A Prefeitura de Florianópolis adotou um novo modelo de internação involuntária para pessoas em situação de rua, contratando vagas em clínicas particulares de diferentes regiões do país. A medida busca ampliar o número de internações e garantir um tratamento mínimo de 90 dias para dependentes químicos que não aceitam acolhimento voluntário.

“Antes, ficávamos limitados a clínicas de nossa região e, muitas vezes, essas pessoas não conseguem fazer o tratamento completo para se livrar do vício. Agora, queremos ganhar escala. Estamos indo até aonde a lei nos permite”. Disse o prefeito Topázio Neto.

Além disso, a prefeitura realiza ações diárias para identificar quem precisa de ajuda, quem deve ser internado e quem deve ser encaminhado à justiça. Em 2025, mais de 400 pessoas já foram auxiliadas a retornar às suas cidades de origem após contato com a assistência social.

Fonte: PMF

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