Não podemos publicar rostos de suspeitos ou acusados por questões legais. A legislação brasileira protege o direito à imagem, à honra e à presunção de inocência, garantindo que nenhuma pessoa seja tratada como culpada antes de uma condenação judicial definitiva.
Esse entendimento está amparado principalmente na Constituição Federal, no artigo 5º, incisos V, X e LVII. O inciso X assegura a inviolabilidade da honra e da imagem das pessoas, com previsão de indenização em caso de violação. Já o inciso LVII determina que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória.
O Código Civil, nos artigos 20 e 21, reforça que a imagem de uma pessoa não pode ser exposta ou utilizada de forma que atinja sua honra, reputação ou respeitabilidade, salvo exceções legais muito específicas.
Além da legislação brasileira, o Instagram segue as leis locais dos países onde opera, inclusive o Brasil. As Diretrizes da Comunidade da Meta proíbem conteúdos que violem direitos de privacidade, imagem e reputação de terceiros, especialmente quando envolvem acusações, suspeitas ou exposições que possam gerar danos à pessoa retratada.
Por isso, publicações que exibem rostos de suspeitos ou acusados podem ser removidas pela plataforma, além de gerar restrições na conta, perda de alcance ou até penalizações mais graves, independentemente de haver ou não intenção jornalística.Dessa forma, para evitar processos judiciais, sanções da plataforma e julgamentos antecipados, optamos por não divulgar rostos de suspeitos ou acusados, atuando de forma responsável, ética e em conformidade com a lei e com as regras do Instagram.
Sim. Divulgamos sempre que possível. Para agilizar a publicação, envie todas as informações diretamente para o WhatsApp da nossa direção de conteúdo no número 48 99865-9714, incluindo nome completo, idade, bairro, última vez visto e telefone de contato da família.
Já ajudamos muitos tutores,e fomos premiados publicamente por isso, mas a demanda cresceu muito nos últimos anos. Precisamos priorizar casos envolvendo pessoas.
Por isso, vamos repostar esse animal perdido em um dos nossos perfis regionais, basta postar o story e nos marcar conforme a região que seu animal foi perdido.
@floripamilgraucentro
@floripamilgraucontinente
@floripamilgrausuldailha
@floripamilgraulestedailha
@floripamilgraunortedailha
Também recomendamos entrar em contato com a Polícia Civil de SC que possui um programa chamado “SOS Pets”, que irá ajudar no seu caso.Entre em: https://sistemas.pc.sc.gov.br/sospets/
Hoje não divulgamos pedidos de adoção de forma regular devido ao alto volume de solicitações que recebemos diariamente.Por muitos anos divulgamos e fomos premiados publicamente por isso. Mas esse cenário atual, acaba tornando inviável de dar o acompanhamento adequado a todos os casos, além de dificultar a verificação responsável de cada situação.
Por isso, indicamos que os interessados em adoção procurem grupos, protetores independentes e ONGs especializadas, que atuam exclusivamente com esse tipo de ação, possuem estrutura adequada, critérios claros e acompanhamento pós-adoção, garantindo mais segurança tanto para os animais quanto para os adotantes.
Reforçamos também que apoiamos e divulgamos o trabalho da DIBEA de Florianópolis, que é o órgão oficial responsável pela proteção e bem-estar animal no município, realizando resgates, castrações e processos de adoção responsável.
📌 DIBEA Florianópolis
Instagram oficial: @dibea_florianopolis
Contato e informações: pelos canais oficiais da Prefeitura de Florianópolis e via mensagem direta no Instagram.
Essa orientação busca fortalecer iniciativas sérias, responsáveis e alinhadas às boas práticas de adoção, garantindo mais chances de finais felizes para os animais.
Por muito tempo publicamos esse tipo de conteúdo com frequência. No entanto, com o crescimento do perfil e o alto volume de demandas recebidas diariamente, tornou-se inviável dar a atenção adequada a todos os casos enviados.
Atualmente, priorizamos a publicação quando o problema afeta diretamente a mobilidade urbana, compromete a segurança de motoristas, ciclistas ou pedestres, ou causa impacto significativo na rotina de uma comunidade inteira, como dificuldade de acesso, riscos de acidentes ou isolamento de moradores.
Essa curadoria é necessária para manter a qualidade da informação, evitar a banalização das denúncias e garantir que os casos publicados realmente tenham potencial de gerar visibilidade, cobrança dos órgãos responsáveis e algum tipo de solução prática.
Mesmo quando não publicamos, reforçamos que os problemas devem ser registrados nos canais oficiais da Prefeitura e dos órgãos competentes, que são os meios formais para abertura de chamados e acompanhamento das demandas.
Sim. Publicamos esse tipo de conteúdo quando o problema atinge um grande número de moradores, se prolonga por muito tempo ou representa risco à segurança da população, como interrupção total de serviços essenciais, falta de transporte coletivo, vias sem iluminação ou situações que possam causar acidentes.
Também priorizamos casos em que há impacto real na rotina da cidade ou de uma comunidade, como bairros inteiros sem água ou energia, linhas de ônibus suspensas, atrasos generalizados ou falhas recorrentes na prestação do serviço.
Quanto mais informações forem enviadas, melhor conseguimos checar, contextualizar e alertar a população. Sempre que possível, envie:
- Local exato (bairro, rua ou região)
- Horário de início do problema
- Quantas pessoas ou áreas estão sendo afetadas
- Fotos ou vídeos que ajudem a comprovar a situação
- Se já houve contato com a empresa ou órgão responsável
As informações podem ser enviadas diretamente para o WhatsApp da direção de conteúdo: (48) 99865-9714. Isso nos ajuda a organizar a demanda, evitar duplicidade de casos e publicar apenas situações realmente relevantes para a coletividade.
Atualmente, não.
Por muito tempo publicamos esse tipo de conteúdo, porém recentemente tivemos uma publicação removida pelo Instagram apenas pela presença de crianças, mesmo sem qualquer contexto negativo ou exposição indevida.
Além das Diretrizes da Comunidade da Meta, que possuem regras rígidas sobre conteúdos com menores de idade, a legislação brasileira também é clara ao tratar do tema. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei nº 8.069/1990) garante proteção integral à imagem, identidade, honra e dignidade de crianças e adolescentes, restringindo a divulgação de qualquer conteúdo que possa expô-los, direta ou indiretamente.
Diante desse cenário, para evitar novas remoções, penalizações na conta e possíveis implicações legais, optamos por não publicar mais nenhum conteúdo que envolva menores de idade, independentemente do contexto ou da intenção da postagem.
Essa decisão busca preservar os direitos das crianças e adolescentes, respeitar a lei e manter o perfil em conformidade com as regras das plataformas digitais.
Sim, mas com critérios bem definidos. Publicamos apenas quando as informações já foram confirmadas por fontes oficiais, como polícias, órgãos públicos ou veículos de imprensa confiáveis, evitando qualquer tipo de boato ou especulação.
Não divulgamos rumores, versões não confirmadas, prints, áudios ou informações de origem duvidosa, nem detalhes sensíveis que possam atrapalhar o andamento das investigações, expor pessoas indevidamente ou gerar julgamentos antecipados.
Essa postura segue a legislação brasileira, que protege a presunção de inocência, o direito à imagem e o sigilo investigativo, além das diretrizes do Instagram, que podem remover conteúdos considerados prejudiciais, enganosos ou violadores de direitos.
O objetivo é informar com responsabilidade, priorizando fatos verificados, evitando desinformação e respeitando o trabalho das autoridades e os direitos das pessoas envolvidas.
Sim, mas com critérios rigorosos. Só divulgamos denúncias quando há provas claras, registros oficiais, decisões administrativas ou quando o fato já foi publicado por veículos de imprensa confiáveis ou confirmado por órgãos competentes.
Não publicamos acusações sem verificação, relatos isolados ou denúncias baseadas apenas em versões pessoais, pois isso pode gerar injustiças, prejudicar reputações e resultar em processos judiciais por danos morais ou concorrência desleal.
Essa postura segue a legislação brasileira, que protege o direito à honra, à imagem e à atividade econômica, além das diretrizes do Instagram, que proíbem conteúdos difamatórios ou que façam acusações sem comprovação.
O objetivo é informar com responsabilidade, evitando julgamentos precipitados, desinformação e prejuízos indevidos a empresas ou trabalhadores, sempre priorizando fatos verificados e de interesse público.
Sim. Basta entrar em contato com o WhatsApp oficial 48 99865-9714, informando o link da postagem e o motivo do pedido. Avaliamos cada solicitação com respeito, sigilo e prioridade.
Depende do caso. A equipe analisa todas as solicitações com cuidado e responde o mais rápido possível, normalmente em até 48 horas.
Pode e deve! A gente valoriza a colaboração da comunidade. Envie o link e o que precisa ser corrigido, para o número 48 99865-9714 que nossa equipe irá verificar.
Sim. Se o conteúdo te envolve diretamente, você pode solicitar um direito de resposta, que será avaliado conforme as regras da página.
Após divulgar diversos roubos de veículos por alguns anos sem contribuir com a solução, paramos com essa atividade! Pois segundo a Polícia, a ação fazia o criminoso descaracterizar o veículo mais rápido, prejudicando na sua recuperação.
Sim, você pode! Para solicitações de conteúdo de marcos esportivos, basta chamar no nosso whatsapp do setor de Jornalismo e fazer seu pedido lá!
No WhatsApp, iremos avaliar o caso e pode ser que publiquemos na página.
Basta chamar no 48988595623
Recebemos mais de 100 casos de objetos perdidos todos os dias, infelizmente não conseguimos ajudar todos. A GMF tem um setor de achados e perdidos. Ligue pra GMF no 153.
