
A Vara Criminal de Biguaçu, na Grande Floripa, condenou quatro homens e duas mulheres a penas que somam 364 anos e 11 meses de prisão, em regime fechado.
O grupo foi responsabilizado pelos cr1mes de l4trocín1o, ocultação de cad4ver e furt0, após a m0rte do empresário Valter Agostinho de Faria Junior (62) e de sua esposa Araceli Cristina Zanella (46), desaparecidos em novembro de 2024.
Segundo o processo, o casal foi atraído até um imóvel de sua propriedade para encerrar o contrato de locação com os réus, que administravam uma casa noturna no local.
Lá, foi sequestrado, mantido em cativeiro e teve seus bens roubados, incluindo carro, celulares, cartões e equipamentos do estabelecimento. O cartão de crédito chegou a ser usado para saques nas contas do empresário.
Mesmo sem a localização dos corpos, a Justiça reconheceu o latrocínio com base em provas indiretas e testemunhos.
As penas individuais variam entre 50 e 64 anos de prisão. Cinco dos condenados seguem presos preventivamente, e uma mulher cumprirá a pena em regime domiciliar com medidas de segurança. Nenhum deles poderá recorrer em liberdade.
O crime teria sido motivado por uma disputa de aluguel e caução do imóvel. A Polícia Civil de SC continua as buscas pelos corpos.
Fonte: TJSC / MP-SC
