Um professor da CEI de São José, que funciona dentro da Fundação Catarinense de Crianças Especiais, foi afastado por três anos após ser acusado de agredir um aluno com TDAH.

O caso veio à tona quando a família encontrou marcas no braço da criança ao chegar em casa, em São José. Segundo o pai, o filho contou que levou um tapa e um beliscão dentro do refeitório.

A família voltou imediatamente à unidade, conversou com a direção e registrou boletim na delegacia.

Depois disso, outros pais da mesma turma relataram situações parecidas envolvendo o mesmo professor.

Com as denúncias, a Secretaria de Educação de São José afastou o professor envolvido pelos próximos três anos e está dando toda a assistência a família da criança.

O pai agradeceu o apoio da Secretaria de São José e reforçou que buscou respostas porque o filho tem TDAH e precisa de acompanhamento cuidadoso, com profissionais preparados para lidar com suas necessidades.

Deixamos o espaço aberto caso a secretária de educação de São José queira se pronunciar.

Foto: Gerada por I.A

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