A juíza que analisava o caso da morte do cão comunitário Orelha, da Praia Brava, em Floripa, se declarou suspeita e deixou o processo. A decisão saiu no dia 22 de janeiro, quase uma semana depois do crime que chocou a cidade.

No despacho, a magistrada afirmou ter amizade íntima com familiares de um dos investigados, o que a impediu de seguir no caso. O processo foi repassado para outro juiz.

O Orelha era um dog comunitário, conhecido por moradores e frequentadores da praia. Ele foi espancado por quatro adolescentes, ficou com ferimentos graves e precisou ser eutanasiado.

Fonte: Jornal Razão

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