O MPSC entrou com uma ação civil pública por improbidade administrativa contra Ulisses Gabriel, ex-delegado-geral da Polícia Civil de SC, no caso Orelha, mas até agora não há nenhuma condenação contra ele.
Ulisses nega as acusações e diz confiar que a análise das provas levará à improcedência da ação movida pelo MPSC, que aponta suposto uso do caso do cão Orelha para promoção pessoal.
Vale lembrar que a ação chegou a trazer mais duas acusações, violação de sigilo funcional e abuso de autoridade, mas, segundo a defesa, ambas já foram afastadas, restando em discussão só o suposto uso do caso para promoção pessoal.
A defesa afirma que ele agiu dentro das atribuições institucionais da Polícia Civil durante uma investigação de grande repercussão, e destaca que não há provas de uso de recursos públicos em benefício pessoal nem do dolo exigido pela Lei de Improbidade Administrativa.




