
A inflação no Brasil desacelerou em outubro, registrando apenas 0,09% de alta, o menor índice para o mês em 27 anos. O número ficou abaixo das expectativas do mercado, que esperava uma alta de 0,16%, e é bem inferior à inflação de 0,48% registrada em setembro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 4,68%, uma desaceleração em relação ao 5,17% do mês anterior. Mesmo assim, o índice segue acima do limite superior da meta de inflação do Banco Central, que é de 4,5%.

A energia elétrica foi o principal fator para esse resultado, com uma deflação de 2,39% no mês. A redução foi impulsionada pela mudança na bandeira tarifária, que fez a conta de luz ficar mais barata.
Além disso, o dólar teve uma leve queda, fechando em R$ 5,27, o menor valor desde junho de 2024. O recuo foi de 0,62%, o que favoreceu a redução da pressão sobre os preços no Brasil.
Já o Índice Ibovespa, o principal indicador da Bolsa de Valores, registrou sua 15ª alta consecutiva, fechando em 158.015,3 pontos, um novo recorde histórico, impulsionado principalmente pelas ações de Petrobras e Itaú Unibanco.
No lado dos gastos internos, o grupo Vestuário teve o maior aumento de preços no mês, com destaque para calçados e roupas femininas, enquanto no grupo de Saúde, os custos com planos de saúde e itens de higiene pessoal pesaram mais no bolso.
Apesar da desaceleração, o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa de juros a 15% ao ano, acreditando que essa taxa é suficiente para manter a inflação sob controle até 2026.
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Fonte: CNN Brasil
Imagem: Feita por IA.
