MPSC PEDE ARQUIVAMENTO DO CASO ORELHA E DIZ QUE CÃO NÃO FOI MORTO POR ADOLESCENTES

O Ministério Público de Santa Catarina concluiu que o cão Orelha não foi morto após ser agredido por um grupo de adolescentes, mas sim devido a uma “condição grave e preexistente”.

Em manifestação de 170 páginas, três promotores concluíram que não houve agressão e que o animal pode ter morrido em razão de uma infecção óssea grave e crônica.

Segundo o MPSC, a versão da agressão se baseou em “ouvi dizer” e em posts de redes sociais. No caso dos cães Caramelo, os promotores concluíram que os jovens apenas brincavam com um dos animais na praia, sem tentativa de afogamento.

“A hipótese de que o cão Orelha tenha sucumbido a um quadro clínico grave, e não a uma agressão, foi a mais bem sustentada pelos elementos produzidos nos autos”, concluem as Promotorias.

O MPSC ainda pediu apuração da Corregedoria da Polícia Civil sobre a divulgação de dados sigilosos de adolescente em entrevista à imprensa e da suposta monetização de notícias falsas sobre o caso.

Fonte: agência Brasil