A empresa Risotolândia, suspeita de operar um esquema de corrupção que desviava milhões dos cofres de Blumenau, teve seu contrato encerrado no início de 2025 pela gestão do delegado Egídio Ferrari. 🚨 A decisão colocou fim a quase duas décadas de irregularidades na alimentação escolar municipal. ⚖️

Durante 19 anos, de 2006 a 2024, a empresa paranaense recebeu aproximadamente R$ 511 milhões da prefeitura. 💰 Uma investigação do Gaeco, do Ministério Público de Santa Catarina, revelou que parte substancial desse valor teria sido desviada através de propina. 🕵️‍♂️

A Operação Arbóreo apontou um esquema sofisticado onde 3% de cada pagamento feito pela prefeitura era repassado como propina a três ex-funcionários do alto escalão da administração anterior, de Mário Hildebrandt. 📉 Entre 2021 e 2024, foram identificados repasses de R$ 3,6 milhões. 💸

César Botelho, ex-chefe de gabinete, coordenava o esquema e acionava o ex-secretário da Fazenda, César Poltronieri, para obter dados financeiros da prefeitura. 📊 Ronaldo Wan-Dall, ex-diretor de gabinete, realizava deslocamentos até Araucária para buscar o dinheiro da propina. 🚗

Quando a gestão de Egídio Ferrari assumiu em janeiro de 2025, o contrato já havia estourado o orçamento. 📈 A Procuradoria-Geral do Município recomendou não renovar o acordo, e a prefeitura contratou emergencialmente outra empresa para manter a alimentação de mais de 36 mil alunos. 🍽️

A Risotolândia tentou reverter a decisão na Justiça por duas vezes, mas ambos os pedidos foram negados. 🚫 A Justiça reconheceu que a retomada do contrato causaria prejuízos graves à ordem pública e à alimentação das crianças. 👨‍⚖️

A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 3,6 milhões das contas dos suspeitos e da empresa, com objetivo de devolver os valores ao município em caso de condenação. 🏦 Os envolvidos podem responder por corrupção, fraude à licitação e organização criminosa. ⚖️

Fonte: Jornal Razão