Morador de Biguaçu, Patrick sempre teve uma vida normal. No dia 21 de junho de 2025, tudo mudou.
Ele sofreu duas convulsões em casa, caiu e bateu a cabeça.
Foi levado à UPA de Biguaçu, onde teve novos episódios e uma parada cardiorrespiratória.
Em estado grave, foi transferido para o Hospital Regional de São José, onde passou por uma craniotomia e ficou 18 dias na UTI.
No total, permaneceu três meses internado até ser transferido, em 09 de setembro de 2025, para o hospital de Nova Trento.
Somando os dois hospitais, foram sete meses de internação.
No dia 21 de fevereiro de 2026, fez 1 mês que Patrick finalmente voltou para casa.
Hoje, ele está com traqueostomia e sonda (GTT), é considerado um paciente neurocrítico e depende de cuidados constantes.
Parte do tratamento é oferecida pelo SUS, mas não cobre tudo o que ele precisa.
A família arca com equipe multiprofissional em casa, incluindo fonoaudióloga, fisioterapeuta e nutricionista, além da clínica particular de reabilitação em Florianópolis.
Patrick também está na fila do CCR para reabilitação, mas a espera é longa e o tratamento não pode parar.
A mãe, Cenira Batista Veloso, que é assistente social, segue trabalhando enquanto enfrenta essa rotina intensa de cuidados.
Os gastos são altos, mas a família faz o possível e o impossível para garantir a evolução do filho, que, com esforço e fé, vem reagindo.
Quem puder ajudar nesse momento difícil pode contribuir através do P1X:

📌 Chave PIX: 48 988575420
Cenira Batista Veloso (mãe)
Banco: Sicredi
Toda ajuda é bem-vinda para que o tratamento continue e Patrick siga avançando na recuperação.

